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1º de Maio de 2026: mobilizações no mundo, no Brasil e em Goiás reafirmam a luta por direitos e dignidade

O Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora em 2026 foi marcado, em diferentes partes do mundo, por mobilizações que expressam um cenário de aprofundamento das desigualdades, precarização do trabalho e desafios à democracia. Análises do jornal Le Monde diplomatique apontam que a data ocorreu em meio a crises globais — econômicas, sociais, ambientais e geopolíticas — que impactam diretamente a classe trabalhadora.

Um 1º de Maio sob pressão global

De acordo com o Le Monde diplomatique, o contexto internacional é de intensificação das desigualdades e expansão de formas precárias de trabalho, especialmente com o avanço das plataformas digitais e da informalidade. Em diversos países, o 1º de Maio foi marcado por protestos que denunciaram a perda de direitos, o aumento do custo de vida e os efeitos de conflitos internacionais sobre as condições de trabalho e de vida.

Nesse cenário, a data reafirma seu caráter histórico como um dia de luta e resistência, diante de um modelo econômico que amplia a concentração de renda e fragiliza a proteção social.

No Brasil, unidade em defesa de direitos

No Brasil, o 1º de Maio foi construído de forma unificada pelas centrais sindicais CUT, CTB, CSB, Força Sindical, UGT, NCST e Intersindical, que reafirmaram a importância da mobilização nas ruas em defesa de direitos, da democracia e da soberania nacional.

Entre as principais pautas defendidas estiveram a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, o fim da escala 6x1, a valorização do salário mínimo, a regulamentação do trabalho por aplicativos, o fortalecimento da negociação coletiva e a defesa dos serviços públicos.

A leitura da CUT é de que, diante dos desafios atuais, a organização da classe trabalhadora segue sendo fundamental para enfrentar a precarização, ampliar direitos e garantir melhores condições de vida para a população.

Em Goiás, ato reúne trabalhadores na Região da 44

Em Goiânia, a mobilização articulada pelas centrais sindicais e pelo Fórum Goiano em Defesa dos Direitos, da Democracia e da Soberania, reuniu trabalhadores e trabalhadoras a partir das 8 horas, na Rua 44, importante região comercial da capital. Conhecida como o segundo maior polo de confecção e moda popular do Brasil, a Região da 44 concentra mais de 16 mil lojas, shoppings e galerias, sendo referência nacional no comércio atacadista e varejista, atraindo compradores de todo o país e movimentando cerca de R$ 14 bilhões por ano.

A escolha do local reforça o diálogo com a realidade concreta do mundo do trabalho, especialmente com trabalhadores do comércio e da economia popular.

Caminhada e encerramento cultural

Após a concentração, os participantes seguiram em caminhada até a Praça do Trabalhador, onde o ato foi encerrado com apresentações culturais. Subiram ao palco o Trio Federal, com repertório sertanejo, além de artistas goianos independentes, representados pelos músicos Mateu e Penido e por um artista de beatbox, valorizando a cultura local e popular como parte da expressão da luta social.
 

SINTFESP-GO/TO na luta, sempre!

O Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde e Previdência nos Estados de Goiás e Tocantins (SINTFESP-GO/TO) esteve presente na mobilização, reafirmando o seu compromisso com a luta da classe trabalhadora.

A entidade foi representada pelas diretoras Heloiza Massanaro, Terezinha Aguiar, Grete Tirloni e Carmem Paulino, além do diretor Mauro Mota. Também participaram diversas militantes de base, entre elas Zélia de Souza, Rita Galvão e Cleusinha.

A presença do SINTFESP-GO/TO reforça o papel do sindicato na construção das lutas coletivas e na defesa dos serviços públicos, especialmente nas áreas da saúde e da previdência.

Unidade e mobilização como caminho

O 1º de Maio de 2026, no mundo, no Brasil e em Goiás, reafirma que os direitos da classe trabalhadora seguem sendo fruto da organização e da mobilização coletiva. Em um contexto de transformações no mundo do trabalho e de desafios sociais e econômicos, a unidade entre trabalhadores e trabalhadoras permanece como elemento central para a conquista de avanços e a resistência a retrocessos.

 

Texto: Cláudio Marques/AscomSintfesp-GO/TO, com CUT Brasil, CUT-GO, Le mond diplomatique

Fotos: Cláudio Marques/AscomSintfesp-GO/TO

 

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04/05/2026

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